terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Tiro Livre - O Diário IV


4º episódio (enquanto não encontro outro nome) da série.
Seria tal lembrança do nosso querido personagem, a origem do spam?

domingo, 12 de dezembro de 2010

Camiño di Rato #04



Depois de um longo e preguiçoso período de hibernação o rato sai novamente de sua toka. Ao contrário do que geralmente ocorre, está até mesmo um pouco mais rechonchudo. Na quarta edição da Camiño di Rato (CdiR) a revista conta agora com 52 páginas e algumas novidades.
A primeira delas é a colaboração da dupla lusitana, Fil e Gustavo Carreira, com a HQ Rotina. Elmano Silva (Igual aquela Piada) e Franco de Rosa (Adoniran Barbosa) se juntam a Shimamoto (Samurai vs Samurai) no time de veteranos que despontam nessa edição. Além disso, o iniciante Eduardo Spicacci (Eremita) e os já experientes Leonardo Santana, Felipe Cazalli (Observando Narizes Espirrando), Fábio Turbay (O que você se lembra?) e Will (Capa) completam o bando de novos autores.
Alberto Pessoa (Pega Totó), Edgar Franco (Psicohipertecnoarte), Gazy Andraus (A Alma), Guilherme E Silveira, Matheus Moura (A mão de Deus!), Décio Ramírez (João era um cara legal, Tempestade Cerebral) e Vinicius Posteraro (Fuma) são os autores que sedimentaram esse camiño. A edição é de Matheus Moura.
Com histórias que primam pelas relações humanas e o homem enquanto sujeito de suas próprias ações, a CdiR # 4 mais uma vez se destaca por apostar nos quadrinhos chamados poético-filosóficos (ou fantástico-filosóficos). São histórias as quais mais do que um começo, meio e fim, questionam condutas, interesses, modos de ser, agir, pensar e fazer. HQs que antes de entreter merecem ser refletidas, lidas e relidas. É até por isso que Edgar Franco e Gazy Andraus contribuem com textos os quais dão profundidade a experiência de ler as respectivas histórias.
Justamente por conhecimento, provocação e reflexão não serem pagos, a publicação passa a ter distribuição gratuita. A CdiR # 4 pode ser retirada em pontos atendidos pelo 4º Mundo, com os autores ou pelo email caminhodirato@gmail.com.

Recomendada para mentes livres.

Serviço:

CdiR # 4
Distribuição Gratuita
Formato: 21 x 28 cm
Páginas: 52
Miolo p/b – papel jornal
contato: caminhodirato@gmail.com


terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O Final da Corrida chegou...

Imagem da última HQ que fiz com o Matheus Moura,
É uma história que considero bastante instigante, mistura o clima desértico, que considero uma metáfora para um espaço de reflexão, com música popular, é ela quem guia a reflexão.
A escolha da música e a simplicidade da narrativa a tornam mais aberta e possibilitam que o leitor se aprofunde (ou não) no tema. Assim como acontece em algumas tiras (boa parte das "tiras livres"), há pouca informação e ela apenas guia o leitor.
É um caminho legal que estamos seguindo nessa parceria.
A HQ deve sair na revista Camiño di Rato.

Abraços!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

A3 Quadrinhos #2 - Terror, Ficção e Aventura


Saiu a nova edição da revista A3, do grande amigo Matheus Moura.
Ainda não liessa edição, mas pela primeira dá pra garantir qualidade! Assim que ler essa segunda edição comento aqui!
E ainda, a revista será distribuida com as duas capas acima!

Segue parte do texto de divulgação da revista de Terror, Ficção e Aventura:

"A segunda edição da Revista A3 Quadrinhos está disponível aos leitores. Neste número dois, ainda sob patrocínio do Programa Municipal de Incentivo à Cultura, através do Fundo Municipal de Cultura, da Secretaria de Cultura de Uberlândia- MG, os amantes do gênero encontrarão mais terror, ficção e aventura.

Estréiam nessa edição o quadrinhista capixaba Fábio Turbay, com a história de ficção científica Click, e o artista multimídia Edgar Franco, também com uma ficção científica, questiona as raízes de uma civilização com Puras? Para fechar as HQs o quadrinhista uberlandense, Dudu Torres mostra como o ato de criar pode ser tão belo quanto negro dentro d’O Calabouço do Rei.

Além dos quadrinhos, três ilustrações exclusivas enfeitam as páginas da edição, sendo a do editorial feita por Abel, uma no miolo preto branco, desenhada por Rosemário Souza e a da 4ª capa por D. Ramírez.

A revista A3 Quadrinhos # 2 é editada pelo jornalista Matheus Moura e pode ser adquirida nos pontos de venda atendidos pelo coletivo 4º Mundo, lojas especializadas, com os autores e na Bodega do Leo (a maior loja virtual de HQBs do Brasil) ao preço de R$ 3,50".

Mais informações pelo email:
revistaa3@gmail.com e pelo blog http://www.revistaa3.wordpress.com/

Serviço:
Revista A3 Quadrinhos # 2
Formato: 15,5×22 cm
Miolo: Papel off-set e jornal, cores e preto/branco
Páginas: 112
R$ 3,50 – já incluso o frete

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Tiro Livre - O Diário III




#º Episódio do nosso grande h3roi.
Drama, neurose, peso na consciência... será que ele se lembr@ de tudo?

Lovecraft

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Tiro Livre - O Diário II


Continuando a série do “Homem-Caixa”. Aí está ele, com mais informação, mais paranóia e revolta... afinal, como podem ter feito isso com ele?


Abraços!

sábado, 6 de novembro de 2010

Uma Noite Sem Sono - 01





Terminei de desenhar uma nova HQ em parceria com o Matheus Moura, logo logo aparecerá por aí!

Agora começo a postar uma nova história mais longa.
Essa primeira página tem inicio e fechamento nela mesma, achei interessante, mas não sei se conseguirei, nem se será legal manter isso em todas as outras.
Pretendo não demorar meses por página, semana (no singular) já é um ótimo limite. Veremos...
Espero que gostem,
abraços!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Tiro Livre - Finados

Atrasei de leve a data, mas ainda vale pro dia dos mortos!
Abraços!

Caligari: Do cinema aos quadrinhos (Gian Danton)

Já tem um tempinho que foi lançado, mas nunca é tarde para divulgar uma boa obra!

A “Marca de Fantasia” vem, tem um tempinho, distribuindo suas obras em formato digital, cobrando preços ainda menores. Nesse caso específico o arquivo é gratuito, basta apenas um e-mail para o editor Henrique Magalhães (editora@marcadefantasia.com) solicitando a obra.
"Gian Danton analisa o filme O Gabinete do Dr. Caligari desde a elaboração do roteiro à sua influência para o cinema mundial e em especial para o cinema alemão. Aborda também questões polêmicas, como a moldura introduzida no roteiro por Fritz Lang, e os cenários pintados com a técnica expressionista, que permitiu à película mostrar uma realidade mental, absolutamente revolucionária para a época. Gian Danton apresenta também a adaptação do filme para os quadrinhos, trabalho realizado em parceria com o desenhista curitibano José Aguiar".

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Monteiro Lobato

Livro de Monteiro Lobato pode ser banido de escolas

Vi hoje sobre o assunto, indico dois links para se informar:
http://ivancarlo.blogspot.com/2010/10/livro-de-monteiro-lobato-pode-ser.html
e
http://blogdosquadrinhos.blog.uol.com.br/

Cada dia um...
No lugar de leitura talvez devêssemos dar apenas flores pros nossos alunos, de plástico, para não arrebentar o meio ambiente... mas plástico arrebenta o meio ambiente...
E também parar de dar cultura, afinal isso causa discussão e dor de cabeça...

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Tiro Livre - O Diário

Simples e suave coisa...

AMOR

Leve, como leve pluma
Muito leve, leve pousa.
Muito leve, leve pousa.

Na simples e suave coisa
Suave coisa nenhuma
Suave coisa nenhuma.

 Sombra, silêncio ou espuma.
Nuvem azul
Que arrefece.

Simples e suave coisa
Suave coisa nenhuma.
Que em mim amadurece

(Secos & Molhados - Composição: João Ricardo - João Apolinário)

Cachalote - Odyr

Texto muito legal sobre essa ótima obra de Daniel Galera e Rafael Coutinho.
A leitura difícil realmente pode trazer mitos benefícios a quem se propõem a concretizá-la.
Talvez os quadrinhos ainda careçam de obras assim, mas elas não existem.


"Dentro da minha crescente percepção pessoal de que não existe um eu e um momento perfeitos para realizar as coisas, vou postar aqui um comentário incompleto e imperfeito sobre minha leitura de Cachalote. Literalmente incompleto, porque enquanto escrevo isso ainda não acabei de ler, mas receio que essas idéias me fujam. Estou no meu terceiro ou quarto dia de leitura. O que já é dizer alguma coisa. Como praticamente qualquer álbum de quadrinhos, você poderia ler Cachalote em um dia, mas seria um atropelo cruel, me parece. O livro é cheio de pausas e elas são benvindas. Lhe permitem conviver um pouco mais com esses personagens e como pessoas, eles crescem na ausência.

Acho que a primeira coisa que me ocorre é que esse é um dos primeiros quadrinhos adultos que vejo no Brasil. Quadrinhos adultos, essa expressão que já pareceu paradoxal, hoje é comum, mas é usada como uma classificação etária, em geral. Nesse sentido, Manara faz quadrinhos adultos. Mas francamente, Manara é um garoto velho e tarado (com o desenho de um mestre) brincando com suas barbies. Ele se diverte desenhando para nossa diversão voyeurística. Não existe muita diversão em Cachalote. De fato, existe quase uma recusa ao prazer. O livro é feito de recusas. O desenho de Rafael Coutinho, impressionante como é, recusa a espetacularização todo o tempo. Recusa o entusiasmo. Recusa uma noção mais óbvia de beleza. Os corpos são torturados, as pessoas são feias, mesmo Paris é mostrada de forma clínica, desglamourizada. O mesmo vale para o roteiro de Galera, que evita os grandes momentos, os truques, os brilhos fáceis. Pessoas tem conversas chatas, momentos se prolongam, as coisas duram o tempo que duram na vida.

O que isso tem a ver com ser adulto? Lembro de uma entrevista de Coppola onde a jornalista perguntava a ele sobre seus pratos preferidos da cozinha italiana e ele dizia que, quando criança, eram a macarronada ou a lasanha, mas que hoje preferia algumas verduras amargas e outras coisas “difíceis”. O tipo de coisa que você tem que ser um adulto para apreciar. Ter um paladar que vá além da gratificação instantânea do açúcar ou da gordura derretendo em sua boca. Numa nota paralela, mas nem tanto, é interessante que a cozinha italiana no Brasil, país jovem, quase criança, praticamente não tem verduras ou legumes. Tudo é voltado para a satisfação imediata – toneladas de molho e queijo ou pizza de strogonoff com chocolate. Não é raro para brasileiros voltar da Itália desapontados – acham a comida frustrante. Um ensaísta de verdade poderia escrever umas páginas aqui sobre a infância do Brasil, onde mesmo o sexo é infantilizado, é na boquinha da garrafa, é desce a bundinha, etc, etc.

Teria muito para dizer sobre as tantas maneiras que o álbum me impressiona – no tempo da narrativa de Galera, na tour de force controlada de Rafael, mas só quis me deter nessa leitura parcial como modesta contribuição ao que se escreva sobre o álbum – as primeiras resenhas, apesar de deferenciais ao talento e credenciais dos dois, me pareceram decepcionadas. O que é um direito de qualquer leitor. Acho que só gostaria de contribuir com isso – Cachalote não é um sorvete, não é um Big Mac, não é um hit pop. É comida (ou música ou sexo) de adulto. Aliás, é sintomático que o sexo na história não seja fácil e adorável como o das mocinhas de Manara – ele é difícil e determinado como o do personagem que amarra suas amadas. Existe uma beleza e um prazer aí, mas é outro. Leminski dizia que o “difícil” em arte estava nas primeiras camadas, que a apreciação da arte era passar por isso, além da identificação fácil e dos prazeres imediatos. E que a cada leitura ou audição, uma obra fica mais fácil, mais amigável. Vamos torcer por leitores dispostos a ir além da primeira leitura."

domingo, 17 de outubro de 2010

Muito é em Vão - Um moderno Prometeu


Essa é uma página simples, tentei colorir, mas o resultado P&B é mais interessante (diferente da "Roda da Vida", trabalhei mais os contrastes e tons, não só as linhas).

Pra quem também fica triste olhando o que acontece por aí. Torçamos pra que nem tudo seja em vão!

Abraços!

sábado, 25 de setembro de 2010

Pornô terror cíclico em Quadrinhos


Esse saiu um tanto diferente do meu comum. Um trabalho com cores já é algo diferente pra mim, ainda mais cores trabalhadas assim. Tentei trabalhar pra que elas fizessem sentido e diferença.
É um tema simples e recorrente no cotidiano, e sim, é horror... num sentido amplo de horror, mas é!

Abraços!

Preto Velho

Desde criança eu admiro a imagem do Preto Velho, é, no mínimo, forte.
Um Tio me deu essa e fiquei brincando no photoshop (era monocromática).
Pra quem gostar, aí está! 

Abraços!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Rabiscos 12-09


Estava em Rio Preto, durante a viagem sairam uns rabiscos. Esse é um deles.
Apresentei um trabalho sobre como se cria o sentino na leitura das HQs, a partir de um fragmento do "Asilo Arkham", depois posto aqui também!

Abraços!

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Figuras, formas aleatórias e reverência


Uma brincadeira experimental com nanquim, muita água e colagem. Usei alguns trabalhos do Paulo Bruscky, que ironiza e brinca com palavras e com a própria arte.
Estou tentando me soltar um pouco, adoro o desenho, tem um potencial ótimo, mas não se estiver travado e correto. Pelo menos pra mim e agora.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Fanzine - ENCONTRO


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DOWNLOAD AQUI OU AQUI
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Finalmente coloquei em PDF o fanzine "Encontro", que foi feito e distribuído durante o "III Seminário Nacional de Pesquisa em Cultura Visual", na UFG. Veja mais aqui.

A HQ presente no zine já foi postada aqui no blog, nesse mesmo link acima, mas o zine trás também o artigo do Matheus sobre o processo de criação da história, o roteiro e um relato meu sobre o processo de quadrinização.

Como ele só foi distribuído durante o seminário, acho legal deixar disponível para download. Demorei, mas aí está!

Espero que gostem. Abraços!

Resumo do artigo:
"Tomando como base o processo criativo do psicanalista estadunidense Rollo May foi verificado e documentado o passo-a-passo do descrito por ele e sentido pelo autor da história/artigo. A intensão do texto é demonstrar o processo criativo de uma história em quadrinho do gênero Poético-Filosófico, o qual, muita das vezes, se dá de maneira inusitada".

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Caninos Brancos

A HQ Caninos Brancos foi minha primeira parceria, no começo de 2009. Tive a honra de começar com o grande Gian Danton!
Desenhar roteiros de outras pessoas é totalmente diferente de trabalhar sozinho. Não acho nem melhor nem pior, mas principalmente, necessário pra mim, que produzo de forma extremamente lenta. E o melhor de tudo é que assim também fazemos bons amigos!

A história foi publicada na Camiño di Rato #03, editada pelo Matheus Moura

Agora estou postando ela aqui no blog. Quem quiser baixar o pdf clique aqui.













Abraços!
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(ESTAVA FALTANDO UMA PÁGINA NO PFD PRA DOWNLOAD, JÁ ARRUMEI ISSO, E DIMINUI UM POUCO O ARQUIVO TAMBÉM, DE 40 PRA 14MB)

Boris

Boris é uma das bandas que eu mais admiro. Formada em 1992 os japoneses Takeshi Ohtani (baixo, guitarra e vocal), Atsua Mizuno (bateria e vocal) e Wata (guitarra e vocal), já passaram, durante sua extensa discografia pelo Drone, noise, pischodelic, stoner, doom, ambient, além de empreitadas eletrônicas.
Os solos barulhentos e estridentes da Wata são apaixonantes.
Hoje vou postar aqui um álbum ao vivo da banda, “Smile -Live at Wolf Creek-“, de 2008. Esse álbum conta com a participação do guitarrista Muchio Kurihara.

Na discografia deles importam todos os EPs, singles e splits, principalmente pela grande variação sonora que a banda consegue. Mas para começar eu iria pelos álbuns “Boris at Last – Feedbacker” (2003), “Pink” (2005), “Smile” (2008) e “Altar” o split com a banda Sunn O))) (2006). Pra quem gosta de sons mais ambientes acho “Rainbow” (2006) o mais legal, mas servem todas as parcerias com o Merzbow.

Pra se ter idéia de como a banda produz, em 2006 eles lançaram 7 álbuns, e todos são bons!

A última empreitada da banda é o EP “BXI” que conta com Ian Astbury (vocalista do The Cult) nos vocais. Aqui você pode ouvir a primeira faixa do EP: Teeth and Claws.

Quem se interessar, procure. Vale muito a pena!

Abraços!

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Estudos para um andarilho



Alguns esboços pra personagem. Esse foi inspirado no meu grande amigo Mato Grosso, pra não falarem que eu só me desenho!

Abraços!

Novidades Marca de Fantasia

“O sítio da editora foi atualizado com mais uma resenha, sobre o excelente trabalho humorístico do cartunista argentino Sergio Más, que lançou recentemente o álbum Com Más Humor.
Há também duas novas tiras, uma de Maria, de H. Magalhães e outra da série Nicolau e seus queridos vizinhos, de Lucas Lima. Confiram aqui!”
Henrique Magalhães

Os últimos lançamentos da editora são:
"Os spaghetti western, considerados sub-gênero dos westerns americanos tradicionais, inundaram as telas de cinema de todo o mundo entre 1964 e 1975. Execrado pela crítica, o gênero esconde, entre suas mais de 600 produções, algumas pérolas, entre outros francamente experimentais. Os spaghetti deixaram sua herança no cinema e, hoje, passam por uma revisão crítica na Europa e nos Estados Unidos".

"No ensaio que apresentou com trabalho de conclusão do Curso de Comunicação Social da UFPB, Victor se debruça no estudo da transformação do gênero super-herói a partir da obra V de Vingança , de Alan Moore e David Lloyd, roteirista e desenhista, respectivamente. Esta famosa série representa uma inequívoca renovação do conceito dos heróis dos quadrinhos, sendo reconhecida como uma obra seminal com forte valor cultural."

Informações rtetiradas do site Marca de Fantasia

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

MOÇA

"Moça"
2010, aguada de nanquim.
Estava ouvindo Céu. Ótima cantora, ótimas composições.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Prólogo para alguma coisa


Alguma coisa pode aparecer ou talvez possa ser tudo... quem sabe.
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Apesar dessa página ser até meio didática, estou pensando bastante sobre o problema do sentido, da nossa busca faminta para colocar sentido em tudo e repudiar o que não conseguimos.
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Pra minha sorte leituras muito inspiradoras que já falaram (ou sempre falam e o fazem na prática) sobre esse assunto estão por perto agora. Clarice Lispector, que eu adiava tem tempo, apesar de ter certeza da qualidade, descreve muito bem essa questão no livro "Água Viva".
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O outro é o Laerte, com suas tiras que mostram na prática que nem sempre temos que procurar um sentido, pelo menos não sempre esse racional e reto. Acho que quem tenta deve ficar bem nervoso.
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Sem contar os quadrinhos poético-filosóficos, que buscam o sentido mas por caminhos menos claros e convencionais, menos racionais, exigindo muita liberdade do leitor, o que acaba, da mesma forma, afastando leitores comprometido unicamente com um sentido claro.
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Bom, isso pode virar muito ou pouco, vai depender do tempo. O Assunto é bom e é um tema infinito, espero que se prolongue!
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Abraços!

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Mão de Deus


Uma nova HQ curta em parceria com o Matheus Moura.
Provavelmente pra Camiño di Rato.

Eu demorei muito mais do que o aceitavel pra completar a história. É estranho como alguns temas ou épocas nos travam. Sentei muitas e muitas vezes e não adiantava.
No fim das contas parece ter valido a pena.

Aqui é só uma montagem safadinha pra mostrar um pouco. :)

Abraços!

Venha para Ó ritual


Esse personagem não precisa de identificação, não é mesmo?
Esse foi pra inspirar uma música nova.
Abraços!

Aquarela


Esse foi um teste com aquarela que fiz no ano passado. Adorei a mocinha!
Abraços!

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Laerte


Laerte, sempre que eu leio fico maravilhado. Não precisa de sentido, é maior, até nas mais simples. E nesse caso falo tranquilo, sem medo de tietagem. MANUAL DO MINOTAURO

Abraços!

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Asilo Arkham e Psicose - Artigo

O Matheus me enviou hoje os arquivos do fanzine “Encontro”, vou tentar montar o pdf pra postar no fim de semana.
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No “III seminário de Cultura Visual”, na UFG, além da narrativa visual, também apresentei um trabalho sobre o “Asilo Arkham”. Então, pra quem se interessa por uma investida teórica sobre os quadrinhos, estou postando o artigo referente a esse trabalho.
O conteúdo desse artigo faz parte do meu trabalho de iniciação científica, financiado pela Fapesp em 2009: “Quadrinhos em Revista: uma análise da graphic novel ‘Asilo Arkham’ de Dave Mckean e Grant Morrison”.
Resumo
Como opera a intertextualidade em uma história em quadrinhos? Esse texto busca identificar e analisar a relação intertextual da graphic novel “Asilo Arkham” com o filme “Psicose”, de Hitchcock. Com o objetivo de colaborar para o entendimento da linguagem verbo-visual da história em quadrinhos como linguagem artística e autoral.


O trabalho intertextetual permeia toda a narrativa do “Asilo Arkham”. Aparece nas mais variadas formas, verbais, visuais, citações diretas e indiretas. Algumas referências que aparecem ao longo da leitura são: a paixão de Cristo, fosseis arqueológicos, cartas de tarô, “Alice no País das Maravilhas”, mitologia grega, referências a pensadores, “Psicose” (tratado no artigo), entre outros.

Abraços!

domingo, 13 de junho de 2010

Encontro

Há um ou dois meses (que eu me lembre...) o Matheus Moura (Toka di Rato) me convidou para desenhar uma HQ curta, que seria enviada para o "III Seminário Nacional de Pesquisa em Cultura Visual", na UFG, onde havia um novo espaço para a apresentação de narrativas visuais.
Toda a ideia gira em torno da dúvida, da abertura para o leitor, em um possível encontro com o subconsciente.

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Alguns esboços das páginas:


Durante a apresentação da narrativa (10/06/10) foi distribuído o fanzine "Encontro", que conta com o processo de criação do Matheus, o roteiro original, alguns esboços e meu relato do processo de criação. Vou montar a versão em pdf para postar no blog.
Participaram também da mesa de narrativas (das referentes a quadrinhos) os autores Edgar Franco, Gazy Andraus, Elydio dos Santos Neto, Renata Saito e Fábio Machado.
Uma experiência interessante poder ver essas e várias outras narrativas, usando diferentes linguagens visuais, em um encontro acadêmico, e ter a oportunidade de discuti-las com os próprios autores. Ótima iniciativa da UFG, que provavelmente disponibilizará os vídeos das mesas em seu site.
Abraços!